14.6.10

 
Nuno Garoupa no Jornal de Negocios

"Portugal e Espanha perdem neste momento a sua segunda oportunidade para fazer importantes reformas estruturais na justiça e na administração pública em trinta anos. A gestão que Sócrates e Zapatero fizeram nos últimos seis meses foi a pior possível nesse contexto. Em vez de preparar um ambicioso programa de reformas, planeado a cinco anos e com objectivos claros de competitividade, ambos se entretiveram a negar a crise, a fugir da crise, a culpar todos, a gastar o que já não tinham. E, quando confrontados com a ira dos mercados e a intolerância alemã com o laxismo ibérico, puxaram de umas medidas amanhadas à última hora, de duvidosa eficácia a curto prazo e certamente prejudiciais a médio prazo. As trapalhadas do governo Zapatero e do governo Sócrates na implementação das medidas duras, os anúncios inconsistentes, as contradições entre os ministros demonstram bem como nada foi pensado, planeado, ou organizado."

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